Acreditar na existencia de outro Deus!
Muitas pessoas gostam de acreditar na existencia de outros deuses,Falsos deuses, e deixar o nosso criador dos Céus e da Terra de lado! Muitos adoram seres feitos de barros, ouros entre outras especiarias, mas que quando quebrados, são jogados fora! Bom, meus DEUS não é um ser de barro, ou ouro, ele é O DEUS VIVO! sim, cada um acredita em que quiser! Mas, vamos ver quais são esses deuses falsos?
Adrameleque
Ídolo dos de Sefarvaim (Cidade, ou cidades da Assíria, de onde o rei assírio
trouxe muitos cativos para repovoarem as cidades de Samaria – Capital do antigo
reino do norte), que Salmaneser II, rei da Assíria, trouxe para colonizar as
cidades da Samaria, depois de ter levado para aquele país os habitantes cativos
(2 Rs 17.31) “Os aveus* fizeram Nibaz e Tartaque; os
sefarvitas queimavam seus filhos em sacrifício a Adrameleque e Anameleque,
deuses de Sefarvaim.” (NVI). Este ídolo era adorado com ritos
semelhantes aos de Moloque, sendo-lhe sacrificadas as crianças.
*Aveus = (Povo primitivo de Canaã. Habitava em vilas, ou em acampamentos
nômades, ao sul de Sefela, grande planície ocidental, que vai até Gaza).
Anameleque
Ídolo dos de Sefarvaim (Cidade, ou cidades da Assíria, de onde o rei assírio
trouxe muitos cativos para repovoarem as cidades de Samaria – Capital do antigo
reino do norte), que Salmaneser II, rei da Assíria, trouxe para colonizar as
cidades da Samaria, depois de ter levado para aquele país os habitantes cativos
(2 Rs 17.31) “Os aveus* fizeram Nibaz e Tartaque; os
sefarvitas queimavam seus filhos em sacrifício a Adrameleque e Anameleque,
deuses de Sefarvaim.” (NVI). Este ídolo era adorado com ritos
semelhantes aos de Moloque, sendo-lhe sacrificadas as crianças. *Aveus = (Povo
primitivo de Canaã. Habitava em vilas, ou em acampamentos nômades, ao sul de
Sefela, grande planície ocidental, que vai até Gaza).
Ártemis - (ver
Diana).
Aserá (Astarote, Astarte)
Postes de madeira (postes-ídolos), talvez entalhados com a imagem de Aserá,
deusa cananéia do amor e da guerra, erigidos para homenageá-la e colocados perto
dos altares do culto cananeu.
(Jz. 3:7; 6:25; 1 Rs.
18:19; 2 Rs. 17:16; 21:3; 23:4; 23:7) “Os israelitas fizeram o que o SENHOR
reprova, pois esqueceram-se do SENHOR, o seu Deus, e prestaram culto aos baalins
e a Aserá… Naquela mesma noite o SENHOR lhe disse: “Separe o segundo novilho do
rebanho de seu pai, aquele de sete anos de idade. Despedace o altar de Baal, que
pertence a seu pai, e corte o poste sagrado de Aserá que está ao lado do
altar…Agora convoque todo o povo de Israel para encontrar-se comigo no monte
Carmelo. E traga os quatrocentos e cinqüenta profetas de Baal e os quatrocentos
profetas de Aserá, que comem à mesa de Jezabel…Abandonaram todos os mandamentos
do SENHOR, o seu Deus, e fizeram para si dois ídolos de metal na forma de
bezerros e um poste sagrado de Aserá. Inclinaram-se diante de todos os exércitos
celestiais e prestaram culto a Baal…Reconstruiu os altares idólatras que seu pai
Ezequias havia demolido e também ergueu altares para Baal e fez um poste sagrado
para Aserá, como fizera Acabe, rei de Israel. Inclinou-se diante de todos os
exércitos celestes e lhes prestou culto…O rei deu ordens ao sumo sacerdote
Hilquias, aos sacerdotes auxiliares e aos guardas das portas que retirassem do
templo do SENHOR todos os utensílios feitos para Baal e Aserá e para todos os
exércitos celestes. Ele os queimou fora de Jerusalém, nos campos do vale de
Cedrom e levou as cinzas para Betel…Também derrubou as acomodações dos
prostitutos cultuais, que ficavam no tempo do SENHOR, onde as mulheres teciam
para Aserá.” (NVI). Aserá era supostamente considerada esposa de
Baal.
Asima
Era um deus adorado pelo povo de Hamate. O respectivo culto foi introduzido
na Samaria pelos colonos de Hamate, a quem o rei da Assíria estabeleceu naquela
terra
(2 Rs 17.30) “Os da Babilônia fizeram
Sucote-Benote, os de Cuta fizeram Nergal e os de Hamate fizeram Asima.”
(NVI).
Astarote (Astarte. Outra forma do nome é
Aserá)
Estrela, o planeta Vênus. A principal divindade feminina dos fenícios
(Sidônios), como Baal era o principal dos deuses. Assim como Baal foi
identificado com o Sol, assim Astarote, ou Astarte, com os seus crescentes, o
era com a Lua, simbolizada pela vaca. O culto desta deusa veio dos caldeus para
os cananeus. Era a deusa do poder produtivo, do amor, e da guerra. Entre os
filisteus o seu culto era acompanhado de grande licenciosidade, em que os
bosques representavam uma proeminente parte. As pombas eram-lhe consagradas. O
povo fenício era proveniente da Fenícia e este nome foi-lhe dado pelos gregos,
podendo-se ver a palmeira como emblema nas moedas de Tiro e Sidom (Sidônios), as
principais cidades daquele distrito. O seu nome nativo era Canaã (terra baixa),
para distinguir das terras altas de Arã, o nome hebraico da Síria.
(Jz. 10:6; 1 Sm. 7:3; 1 Rs. 11:5; 1 Rs. 11:33 etc. ) “Mais uma
vez os israelitas fizeram o que o SENHOR reprova. Serviram aos baalins, às
imagens de Astarote, aos deuses de Arã, aos deuses de Sidom, aos deuses de
Moabe, aos deuses dos amonitas e aos deuses dos filisteus. E como os israelitas
abandonaram o SENHOR e não mais lhe prestaram culto… E Samuel disse a toda a
nação de Israel: “Se vocês querem voltar-se para o SENHOR de todo o coração,
livrem-se então dos deuses estrangeiros e das imagens de Astarote, consagrem-se
ao SENHOR e prestem culto somente a ele, e ele os libertará das mãos dos
filisteus…Ele seguiu Astarote, a deusa dos sidônios, e Moloque, o repugnante
deus dos amonitas… Farei isso porque eles me abandonaramb e adoraram Astarote, a
deusa dos sidônios, Camos, deus dos moabitas, e Moloque, deus dos amonitas, e
não andaram nos meus caminhos, nem fizeram o que eu aprovo, nem obedeceram aos
meus decretos e às minhas ordenanças, como fez Davi, pai de Salomão.”
(NVI).
Baal-Berite
(Jz. 8:33; Jz. 9:4) “Logo depois que Gideão morreu,
os israelitas voltaram a prostituir-se com os baalins, cultuando-os. Ergueram
Baal-Berite como seu deus…Deram-lhe setenta peças de prata tiradas do templo de
Baal-Berite, as quais Abimeleque ( usou para contratar alguns desocupados e
vadios, que se tornaram seus seguidores.” (NVI).
Baal-Peor - Ver
Baal.
Baal – BAAL (BAALIM)
Senhor, Principal. Este nome, na sua origem, significava senhor, ou
possuidor, mas posteriormente empregava-se para mostrar a relação do homem para
com sua mulher, ou da divindade para com o seu adorador. Nunca foi estritamente
um nome próprio, mas era o nome do deus de cada lugar, como Baal-Peor
(Nm 25.3) “Assim Israel se juntou à adoração a Baal-Peor. E a
ira do SENHOR acendeu-se contra Israel.” (NVI). E o seu plural era
Baalim. Comparem-se os nomes pessoais, como Hasdrubal, e Baal-Hanan. Nos
"lugares altos" era Baal adorado como princípio macho, que dava acrescentamento
aos rebanhos e produção à terra. Os atos rituais eram realizados com muita pompa
e cerimônias, havendo ofertas dos produtos da Natureza e incenso, holocaustos e
sacrifícios humanos
(Os 2.8; Jr 19.5) “Ela não
reconheceu que fui eu quem lhe deu o trigo, o vinho e o azeite, quem a cobriu de
ouro e de prata, que depois usaram para Baal…Construíram nos montes os altares
dedicados a Baal, para queimarem os seus filhos como holocaustos oferecidos a
Baal, coisa que não ordenei, da qual nunca falei nem jamais me veio à mente.”
(NVI). Os seus sacerdotes, em certas ocasiões, excitavam-se a tal
ponto que chegavam a ferir-se com facas, como procediam outros sacerdotes
pagãos, mencionados por Heródoto e Plutarco
(1 Rs 18.28)
“Então passaram a gritar ainda mais alto e a ferir-se com espadas e lanças, de
acordo com o costume deles, até Sangrarem.” (NVI).
Baal-Zebube
Deus Filisteu de Ecrom; (Ecrom – Era a mais setentrional ou mais ao norte,
das cinco cidades pertencentes aos príncipes dos filisteus).
(2 Rs. 1:2,3,6 e 16) “Certo dia, Acazias caiu da sacada do seu
quarto no palácio de Samaria e ficou muito ferido. Então enviou mensageiros para
consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom, para saber se ele se recuperaria. Mas o
anjo do SENHOR disse ao tesbita Elias: “Vá encontrar-se com os mensageiros do
rei de Samaria e pergunte a eles: Acaso não há Deus em Israel? Por que vocês vão
consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom?… Eles responderam: “Um homem veio ao nosso
encontro e nos disse: ‘Voltem ao rei que os enviou e digam-lhe: Assim diz o
SENHOR: “Acaso não há Deus em Israel? Por que você mandou consultar Baal-Zebube,
deus de Ecrom? Por isso você não se levantará mais dessa cama e certamente
Morrerá!… Ao chegar, disse ao rei: “Assim diz o SENHOR: ‘Acaso não há Deus em
Israel? Por que você mandou consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom? Por isso você
não se levantará mais dessa cama e certamente morrerá!.” (NVI).
Bel-Merodaque
Marido da deusa babilônica Zer-Banite. (Ver Sucote-Benote).
Bel(Bel-Marduque)
Bel significa, senhor, título referente a Marduque, o deus principal da
Babilônia.
(Is. 46:1; Jr. 50:2; Jr. 51:44) “Bel se
inclina, Nebo se abaixa; os seus ídolos são levados por animais de cargaa. As
imagens que são levadas por aí, são pesadas, um fardo para os exaustos… Anunciem
e proclamem entre as nações, ergam um sinal e proclamem;não escondam nada.Digam:
‘A Babilônia foi conquistada; Bel foi humilhado, Marduque está apavorado. As
imagens da Babilônia estão humilhadas e seus ídolos apavorados… Castigarei Bel
na Babilônia e o farei vomitar o que engoliu. As nações não mais acorrerão a
ele. E a muralha da Babilônia cairá.” (NVI).
Belzebú (Baal-Zebube)
Senhor das moscas. Supõe-se que o nome é uma desdenhosa modificação judaica
de Baal-Zebul "Senhor da casa alta"
(Mt 10.25) “Basta ao
discípulo ser como o seu mestre, e ao servo, como o seu senhor. Se o dono da
casa foi chamado Belzebu, quanto mais os membros da sua família!.”
(NVI) e também "Senhor da mosca da esterqueira". Não deixa de ser
natural tal designação, visto como são numerosas as moscas nos climas quentes,
sendo certo, também, que os egípcios fizeram do escaravelho um deus.
Bezerro de Ouro
Ídolo para adorar falsos deuses;
a) Feito por Arão
(Êx. 32:1-24) “O povo, ao ver que
Moisés demorava a descer do monte, juntou-se ao redor de Arão e lhe disse:
“Venha, faça para nós deuses que nos conduzam, pois a esse Moisés, o homem que
nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu”. Respondeu-lhes Arão:
“Tirem os brincos de ouro de suas mulheres, de seus filhos e de suas filhas e
tragam-nos a mim”. Todos tiraram os seus brincos de ouro e os levaram a Arão.
Ele os recebeu e os fundiu, transformando tudo num ídolo, que modelou com uma
ferramenta própria, dando-lhe a forma de um bezerro. Então disseram: “Eis aí os
seus deuses, ó Israel, que tiraram vocês do Egito!” Vendo isso, Arão edificou um
altar diante do bezerro e anunciou: “Amanhã haverá uma festa dedicada ao
SENHOR”. Na manhã seguinte, ofereceram holocaustos e sacrifícios de comunhãoc. O
povo se assentou para comer e beber, e levantou-se para se entregar à farra.
Então o SENHOR disse a Moisés: “Desça, porque o seu povo, que você tirou do
Egito, corrompeu-se. Muito depressa se desviaram daquilo que lhes ordenei e
fizeram um ídolo em forma de bezerro, curvaram-se diante dele, ofereceram-lhe
sacrifícios, e disseram: ‘Eis aí, ó Israel, os seus deuses que tiraram vocês do
Egito’ ”. Disse o SENHOR a Moisés: “Tenho visto que este povo é um povo
obstinado. Deixe-me agora, para que a minha ira se acenda contra eles, e eu os
destrua. Depois farei de você uma grande nação”. Moisés, porém, suplicou ao
SENHOR, o seu Deus, clamando: “Ó SENHOR, por que se acenderia a tua ira contra o
teu povo, que tiraste do Egito com grande poder e forte mão? Por que diriam os
egípcios: ‘Foi com intenção maligna que ele os libertou, para matá-los nos
montes e bani-los da face da terra’? Arrepende-te do fogo da tua ira! Tem
piedade, e não tragas este mal sobre o teu povo! Lembra-te dos teus servos
Abraão, Isaque e Israel, aos quais juraste por ti mesmo: ‘Farei que os seus
descendentes sejam numerosos como as estrelas do céu e lhes darei toda esta
terra que lhes prometi, que será a sua herança para sempre’ ”. E sucedeu que o
SENHOR arrependeu-se do mal que ameaçara trazer sobre o povo. Então Moisés
desceu do monte, levando nas mãos as duas tábuas da aliança; estavam escritas em
ambos os lados, frente e verso. As tábuas tinham sido feitas por Deus; o que
nelas estava gravado fora escrito por Deus. Quando Josué ouviu o barulho do povo
gritando, disse a Moisés: “Há barulho de guerra no acampamento”. Respondeu
Moisés: “Não é canto de vitória, nem canto de derrota; mas ouço o som de
canções!” Quando Moisés aproximou-se do acampamento e viu o bezerro e as danças,
irou-se e jogou as tábuas no chão, ao pé do monte, quebrando-as. Pegou o bezerro
que eles tinham feito e o destruiu no fogo; depois de moê-lo até virar pó,
espalhou-o na água e fez com que os israelitas a bebessem. E perguntou a Arão:
“Que lhe fez esse povo para que você o levasse a tão grande
pecado?”
22 Respondeu Arão: “Não te enfureças, meu senhor; tu
bem sabes como esse povo é propenso para o mal. Eles me disseram: ‘Faça para nós
deuses que nos conduzam, pois não sabemos o que aconteceu com esse Moisés, o
homem que nos tirou do Egito’. Então eu lhes disse: Quem tiver enfeites de ouro,
traga-os para mim. O povo trouxe-me o ouro, eu o joguei no fogo e surgiu esse
bezerro!.” (NVI);
b) Feito por Jeroboão (1 Rs. 12:26-33)
“eroboão
pensou: “O reino agora provavelmente voltará para a dinastia de Davi. Se este
povo subir a Jerusalém para oferecer sacrifícios no templo do SENHOR, novamente
dedicarão sua lealdade ao senhor deles, Roboão, rei de Judá. Eles vão me matar e
vão voltar para o rei Roboão”. Depois de aconselhar-se, o rei fez dois bezerros
de ouro e disse ao povo: “Vocês já subiram muito a Jerusalém. Aqui estão os seus
deuses, ó Israel, que tiraramc vocês do Egito”. Mandou pôr um bezerro em Betel,
e o outro em Dã. E isso veio a ser um pecado, pois o povo ia até Dã para adorar
aquele bezerro. Jeroboão construiu altares idólatras e designou sacerdotes
dentre o povo, apesar de não serem levitas. Instituiu uma festa no décimo quinto
dia do oitavo mês, semelhante à festa realizada em Judá, e ofereceu sacrifícios
no altar. Ele fez isso em Betel, onde sacrificou aos bezerros que havia feito.
Também estabeleceu lá sacerdotes nos seus altares idólatras. No décimo quinto
dia do oitavo mês, data que ele mesmo escolheu, ofereceu sacrifícios no altar
que havia construído em Betel. Assim ele instituiu a festa para os israelitas e
foi ao altar para queimar incenso.” (NVI).
Camos – Ver,
Quemos.
Dagom
O deus nacional dos filisteus. Havia templos consagrados ao deus Dagom em
Gaza e Asdode
(Jz 16.23,24; 1 Sm 5.5,6; 1 Cr 10.10) “Os
líderes dos filisteus se reuniram para oferecer um grande sacrifício a seu deus
Dagom e para festejar. Comemorando sua vitória, diziam: “O nosso deus entregou o
nosso inimigo Sansão em nossas mãos”. Quando o povo o viu, louvou o seu deus:“O
nosso deus nos entregou o nosso inimigo, o devastador da nossa terra, aquele que
multiplicava os nossos mortos…Por isso, até hoje, os sacerdotes de Dagom e todos
os que entram em seu templo, em Asdode, não pisam na soleira. Depois disso a mão
do SENHOR pesou sobre o povo de Asdode e dos arredores, trazendo devastação
sobre eles e afligindo-os com tumores… Expuseram suas armas num dos templos dos
seus deuses e penduraram sua cabeça no templo de Dagom.” (NVI).
Dagom era deus da agricultura. Procede desta circunstância o fato de serem
mandados pelos filisteus ao Deus de Israel cinco ratinhos de ouro, semelhantes
aos do campo, como sacrifício expiatório pelo pecado; o rato do campo
simbolizava, talvez, aquele Deus que tinha castigado os adoradores de Dagom. Há,
provavelmente, alguma conexão no fato de que a praga era, na sua origem, uma
doença de rato.
Diana ou Ártemis
Deusa dos Efésios. Deusa que muitos gregos adoravam.
(At. 19:24,27,28,34 e 35) “Um ourives chamado Demétrio, que
fazia miniaturas de prata do templo de Ártemis e que dava muito lucro aos
artífices…Não somente há o perigo de nossa profissão perder sua reputação, mas
também de o templo da grande deusa Ártemis cair em descrédito e de a própria
deusa, adorada em toda a província da Ásia e em todo o mundo, ser destituída de
sua majestade divina… Ao ouvirem isso, eles ficaram furiosos e começaram a
gritar: “Grande é a Ártemis dos efésios!…Mas quando ficaram sabendo que ele era
judeu, todos gritaram a uma só voz durante cerca de duas horas: “Grande é a
Ártemis dos efésios!… O escrivão da cidade acalmou a multidão e disse: “Efésios,
quem não sabe que a cidade de Éfeso é a guardiã do templo da grande Ártemis e da
sua imagem que caiu do céu?.” (NVI).
Lugares Altos (Altares Idólatras)
Um lugar para adorar ídolos.
(1 Rs. 14:23; 2 Cr.
31:1; 33:3) “Também construíram para si altares idólatras, colunas sagradas e
postes sagrados sobre todos os montes e debaixo de todas as árvores frondosas…
Quando a festa acabou, os israelitas saíram pelas cidades de Judá e despedaçaram
as pedras sagradas e derrubaram os postes sagrados. Eles destruíram os altares
idólatras em todo o Judá e Benjamim, e em Efraim e Manassés. Depois de
destruírem tudo, voltaram para as suas cidades, cada um para a sua propriedade…
Reconstruiu os altares idólatras que seu pai Ezequias havia demolido, ergueu
altares para os baalins e fez postes sagrados. Inclinou-se diante de todos os
exércitos celestes e lhes prestou culto.” (NVI).
Medeba
Deus de Moabe.
(Is. 15:1,2) “Advertência contra Moabe: Sim, na noite em que foi destruída, Ar,
em Moabe, ficou arruinada! E na noite em que foi destruída, Quir, em Moabe,
ficou arruinada! Sobe-se ao templo em Dibom, a seus altares idólatras, para
chorar; por causa de Nebo e de Medeba Moabe pranteia. Todas as cabeças estão
rapadas e toda barba foi cortada.” (NVI).
Merodaque
Um dos deuses dos babilônios. Estes criam que as pessoas eram más porque
Merodaque as tinha criado do sangue de um deus mau.
(Jr.
50:2) “Anunciem e proclamem entre as nações, ergam um sinal e proclamem;não
escondam nada. Digam: ‘A Babilônia foi conquistada; Bel foi humilhado, Marduque
está apavorado.As imagens da Babilônia estão humilhadas e seus ídolos
apavorados.” (NVI).
Milcom - (Veja
Moloque, Moleque).
Moloque
MOLEQUE, MOLOQUE. Rei. Também chamado Milcom. O nome é realmente Moleque
(rei); com a mudança de uma vogal os hebreus quiseram sugerir a palavra bosete
"vergonha", por motivos de repugnância, como aconteceu com Is-Bosete por
Meribe-Baal. Era o deus do fogo dos amonitas, como Camos era dos moabitas.
Sacrifícios humanos e provas de fogo eram alguns dos meios que se empregavam
para tornar propícia aquela divindade. Os israelitas foram avisados contra este
culto com ameaças de terríveis castigos. Aquele que oferecesse o seu filho a
Moleque devia ser morto por apedrejamento
(Lv 18.21;
20.2 a 5) “Não entregue os seus filhos para serem sacrificados a Moloque. Não
profanem o nome do seu Deus. Eu sou o SENHOR…Diga aos israelitas: Qualquer
israelita ou estrangeiro residente em Israel que entregar um dos seus filhos a
Moloque, terá que ser executado. O povo da terra o apedrejará. Voltarei o meu
rosto contra ele e o eliminarei do meio do seu povo; pois deu os seus filhos a
Moloque, contaminando assim o meu santuário e profanando o meu santo nome. Se o
povo deliberadamente fechar os olhos quando alguém entregar um dos seus filhos a
Moloque, e deixar de executá-lo, voltarei o meu rosto contra aquele homem e
contra o seu clã, e eliminarei do meio do seu povo tanto ele quanto todos os que
o seguem, prostituindo-se com Moloque.” (NVI). Fazer passar o filho
ou a filha pelo fogo, em adoração de Moleque
(2 Rs
23.10,13) “Também profanou Tofete, que ficava no vale de Ben-Hinom, de modo que
ninguém mais pudesse usá-lo para sacrificar seu filho ou sua filha a Moloque… O
rei também profanou os altares que ficavam a leste de Jerusalém, ao sul do monte
da Destruição, os quais Salomão, rei de Israel, havia construído para Astarote,
a detestável deusa dos sidônios, para Camos, o detestável deus de Moabe, e para
Moloque, o detestável deus do povo de Amom.” (NVI), era matar a
criança e depois oferecê-la em holocausto à maneira de Mesa. O sacrifício de
crianças era não somente expiatório, mas também purificatório; por ele se
supunha que as vítimas eram assim purificadas da imundícia do corpo, alcançando
então a união com as forças divinas. Está averiguado que a imagem de Moleque era
na forma de um bezerro, com as mãos estendidas para diante, como querendo
receber qualquer coisa. No caso de haver ídolo semelhante em outro país, as mãos
eram postas na direção do chão de tal maneira que a criança, quando colocada
sobre elas, era lançada numa cova de fogo. Os sacerdotes de Moleque tomavam a
precedência com respeito aos príncipes de Amom
(Jr 49.3)
“Lamente-se, ó Hesbom,pois Ai está destruída!Gritem, ó moradores de Rabá! Ponham
veste de lamento e chorem! Corram para onde der,pois Moloque irá para o exílio
com os seus sacerdotes e os seus oficiais.” (NVI). Era um dos muitos
deuses mencionados no Velho Testamento. Baal, que significa, senhor e mestre,
era um termo mais genérico. Qualquer deus podia ser chamado Baal. Alguns acham
que Moloque era talvez o deus principal dos amonitas, e em Moabe o chamavam
Camos.
Nebo
(Ás vezes chamado Nabu) era o filho de Marduque, homenageado no nome de reis
babilônios).
(Is. 15:2; 46:1) “Sobe-se ao templo em
Dibom, a seus altares idólatras, para chorar; por causa de Nebo e de Medeba
Moabe pranteia. Todas as cabeças estão rapadas e toda barba foi cortada… Bel se
inclina, Nebo se abaixa; os seus ídolos são levados por animais de carga. As
imagens que são levadas por aí, são pesadas, um fardo para os exaustos.”
(NVI). Conhecida divindade dos babilônios
e dos assírios, que se supunha presidir à ciência e às letras. O seu caráter
geral corresponde ao de Mercúrio na mitologia latina. O nome forma parte das
palavras Nebu-cadenezar (Nabucodonosor) e Nebuzaradã. Nabucodonosor reedificou
completamente o seu templo em Borsipa.
Nergal
O deus da guerra, da doença, e da morte, na mitologia da Assíria e da
Babilônia. Os homens de Cuta, colocados nas cidades da província de Samaria pelo
rei da Assíria, adoravam a Nergal
(2 Rs 17.30) “Os da
Babilônia fizeram Sucote-Benote, os de Cuta fizeram Nergal e os de Hamate
fizeram Asima.” (NVI), sob o símbolo de "homem leão". Cuta ou
Tigaba, especialmente dedicada a Nergal é, na tradição arábica, a cidade por
excelência de Ninrode; e por essa circunstância tem sido conjeturado que Nergal
pode representar o divinizado Ninrode, "poderoso caçador diante do Senhor".
Senaqueribe edificou um templo a Nergal na cidade de Tarbisa, perto de
Nínive.
Neustã
Uma coisa de cobre, ou, talvez, serpente. O desdenhoso epíteto que o rei
Ezequias aplicou à serpente de cobre, que Moisés tinha mandado fabricar no
deserto, e que se tinha tornado objeto de culto
(2 Rs
18.4) “Removeu os altares idólatras, quebrou as colunas sagradas e derrubou os
postes sagrados. Despedaçou a serpente de bronze que Moisés havia feito, pois
até aquela época os israelitas lhe queimavam incenso. Era chamadab Neustã.”
(NVI). A serpente, que era uma recordação do livramento do povo
israelita, adquiriu, no decorrer dos anos, uma santidade supersticiosa, havendo
já para com ela uma reverência idólatra. O povo tinha caído no costume de lhe
queimar incenso (2 Rs 18.4 ver vs. acima).
Nibaz
Deus dos Aveus (Os Aveus eram um povo primitivo de Canaã).
(2 Rs. 17:31) “Os aveus fizeram Nibaz e Tartaque; os
sefarvitas queimavam seus filhos em sacrifício a Adrameleque e Anameleque,
deuses de Sefarvaim”. (NVI).
Nisroque
Um dos deuses dos Assírios.
(Is. 37:37,38) “Assim
Senaqueribe, rei da Assíria, fugiu do acampamento, voltou para Nínive e lá
ficou. Certo dia, quando estava adorando no templo de seu deus Nisroque, seus
filhos Adrameleque e Sarezer o feriram à espada, e fugiram para a terra de
Ararate. E seu filho Esar-Hadom foi o seu sucessor.” (NVI). O culto de
Baal tinha-se propagado por uma extensa área, e existia desde os tempos
primitivos
(Nm 22.41) “Na manhã seguinte Balaque levou
Balaão até o alto de Bamote-Baal, de onde viu uma parte do povo.”(NVI).
Predominava entre os cananeus e moabitas, passando destes para o povo de Israel.
Pelo casamento de Acabe com Jezabel tornou-se o culto fenício de Baal a religião
do Estado entre os israelitas, até que foi desarraigado no reinado de Jeú. O
culto prestado a Baal nunca obliterou inteiramente a adoração ao Senhor. Por
certo tempo foram seguidas lado a lado as duas religiões; e mais tarde veio a
ser o Senhor o Baal ou Senhor de Canaã, sendo adorado com os hediondos ritos do
deus pagão. E assim aconteceu, como já foi dito, que os israelitas ligaram o
nome de Baal com os seus próprios nomes, como fizeram com o nome do Senhor em
palavras como Isaías (Is-Baal, Is-Bosete). Os profetas do Senhor sempre
combateram com toda energia este culto degradante e cruel. Elias corajosamente e
com êxito levantou a consciência nacional contra a prática da desmoralizadora
religião
(1 Rs 18, ler na Bíblia). Oséias também a
condenou como sendo verdadeira idolatria, e Jeú atacou com todo o rigor esse
culto de Baal introduzido por Acabe, não conseguindo, contudo, suprimi-lo
inteiramente, porque mais tarde Josias foi compelido a empregar medidas
violentas com o fim de evitar a sua revivescência entre o povo escolhido, que
tinha levantado templos ao deus falso, e posto as suas imagens e altares em toda
parte, sustentando os seus sacerdotes
(2 Rs 23.4,5) “O rei
deu ordens ao sumo sacerdote Hilquias, aos sacerdotes auxiliares e aos guardas
das portas que retirassem do templo do SENHOR todos os utensílios feitos para
Baal e Aserá e para todos os exércitos celestes. Ele os queimou fora de
Jerusalém, nos campos do vale de Cedrom e levou as cinzas para Betel. E eliminou
os sacerdotes pagãos nomeados pelos reis de Judá para queimarem incenso nos
altares idólatras das cidades de Judá e dos arredores de Jerusalém, aqueles que
queimavam incenso a Baal, ao sol e à lua, às constelações e a todos os exércitos
celestes.”(NVI). Praticava-se o falso culto nos lugares altos (1 Rs
18.20) “Acabe convocou então todo o Israel e reuniu os profetas no monte
Carmelo.”(NVI), ou mesmo sobre os terraços das casas
(Jr
32.29) “Os babilônios, que estão atacando esta cidade, entrarão e a incendiarão.
Eles a queimarão com as casas nas quais o povo provocou a minha ira queimando
incenso a Baal nos seus terraços e derramando ofertas de bebida em honra a
outros deuses.”(NVI). Tão largamente propagado estava o culto de Baal,
que indícios dessa religião se encontram em muitos países, isto é em Babilônia
(Bel), e nas colônias fenícias do Mediterrâneo.
Postes-Ídolos/Bosque (Aserá)
Esta palavra ocorre freqüentes vezes no A.T., como uma das feições do culto
idólatra, sendo tal culto proibido ao povo de Israel
(Êx
34.13; Jz 6.25 a 30; 1 Rs 16.33; 2 Rs 18:4; Is 17.8, etc.) “Ao contrário,
derrube os altares deles, quebre as suas colunas sagradas e corte os seus postes
sagrados…Naquela mesma noite o SENHOR lhe disse: “Separe o segundo novilho do
rebanho de seu pai, aquele de sete anos de idade. Despedace o altar de Baal, que
pertence a seu pai, e corte o poste sagrado de Aserá que está ao lado do altar.
Depois faça um altar para o SENHOR, o seu Deus, no topo desta elevação. Ofereça
o segundo novilho em holocausto com a madeira do poste sagrado que você irá
cortar”. Assim Gideão chamou dez dos seus servos e fez como o SENHOR lhe
ordenara. Mas, com medo da sua família e dos homens da cidade, fez tudo de
noite, e não durante o dia. De manhã, quando os homens da cidade se levantaram,
lá estava demolido o altar de Baal, com o poste sagrado ao seu lado, cortado, e
com o segundo novilho sacrificado no altar recém-construído! Perguntaram uns aos
outros: “Quem fez isso?”Depois de investigar, concluíram: “Foi Gideão, filho de
Joás”. Os homens da cidade disseram a Joás: “Traga seu filho para fora. Ele deve
morrer, pois derrubou o altar de Baal e quebrou o poste sagrado que ficava ao
seu lado”…Fez também um poste sagrado. Ele provocou a ira do SENHOR, o Deus de
Israel, mais do que todos os reis de Israel antes dele…Removeu os altares
idólatras, quebrou as colunas sagradas e derrubou os postes sagrados. Despedaçou
a serpente de bronze que Moisés havia feito, pois até aquela época os israelitas
lhe queimavam incenso. Era chamada Neustã.…Não olharão para os altares, obra de
suas mãos, e não darão a mínima atenção aos postes sagrados e aos altares de
incenso que os seus dedos fizeram.”(NVI). A palavra hebraica é Aserá, ou
(pl.) Aserim, que parece ter sido uma coluna sagrada para marcar o lugar do
culto pagão, ou como símbolo de qualquer adorada divindade. Segundo alguns
intérpretes, o termo bosque ou arvoredo não está bem em
(1
Sm 22.6) “Saul ficou sabendo que Davi e seus homens tinham sido descobertos.
Saul estava sentado, com a lança na mão, debaixo da tamargueira, na colina de
Gibeá, com todos os seus oficiais ao redor.”(NVI), devendo ser
substituído por tamargueira. Postes de madeira, talvez entalhados com a imagem
de Aserá, deusa cananéia do amor e da guerra, erigidos para homenageá-la e
colocados perto dos altares do culto cananeu. *Veja, Bosque.
Quemos (Camos)
Deus dos Moabitas.
(Jz. 11:24; 1 Rs. 11:7; 2 Rs. 23:13;
Jr. 48:13) “Acaso não tomas posse daquilo que o teu deus Camos te dá? Da mesma
forma tomaremos posse do que o SENHOR, o nosso Deus, nos deu…No monte que fica a
leste de Jerusalém, Salomão construiu um altar para Camos, o repugnante deus de
Moabe, e para Moloque, o repugnante deus dos amonitas…O rei também profanou os
altares que ficavam a leste de Jerusalém, ao sul do monte da Destruição, os
quais Salomão, rei de Israel, havia construído para Astarote, a detestável deusa
dos sidônios, para Camos, o detestável deus de Moabe, e para Moloque, o
detestável deus do povo de Amom… Então Moabe se decepcionará com Camos, assim
como Israel se decepcionou com Betel, em quem confiava.”(NVI).
Raínha dos Céus (Ishtar/Rainha deusa)
(*veja Astarote.) Era o título dado àquela deusa que as mulheres hebraicas,
com a conivência de seus maridos, adoravam, oferecendo-lhes bolos, fazendo
libações e queimando incenso em sua honra nas ruas de Jerusalém
(Jr 7.18; 44.17 a 25) “Os filhos ajuntam a lenha, os pais acendem
o fogo, e as mulheres preparam a massa e fazem bolos para a Rainha dos Céus.
Além disso, derramam ofertas a outros deuses para provocarem a minha ira… É
certo que faremos tudo o que dissemos que faríamos — queimaremos incenso à
Rainha dos Céus e derramaremos ofertas de bebidas para ela, tal como fazíamos,
nós e nossos antepassados, nossos reis e nossos líderes, nas cidades de Judá e
nas ruas de Jerusalém. Naquela época tínhamos fartura de comida, éramos
prósperos e nada sofríamos. Mas, desde que paramos de queimar incenso à Rainha
dos Céus e de derramar ofertas de bebidas a ela, nada temos tido e temos
perecido pela espada e pela fome”. E as mulheres acrescentaram: “Quando
queimávamos incenso à Rainha dos Céus e derramávamos ofertas de bebidas para
ela, será que era sem o consentimento de nossos maridos que fazíamos bolos na
forma da imagem dela e derramávamos as ofertas de bebidas?” Então Jeremias disse
a todo o povo, tanto aos homens como às mulheres que estavam respondendo a ele:
“E o Senhor? Não se lembra ele do incenso queimado nas cidades de Judá e nas
ruas de Jerusalém por vocês e por seus antepassados, seus reis e seus líderes e
pelo povo da terra? Será que ele não pensa nisso? Quando o Senhor não pôde mais
suportar as impiedades e as práticas repugnantes de vocês, a terra de vocês
ficou devastada e desolada, tornou-se objeto de maldição e ficou desabitada,
como se vê no dia de hoje. Foi porque vocês queimaram incenso e pecaram contra o
Senhor, e não obedeceram à sua palavra nem seguiram a sua lei, os seus decretos
e os seus testemunhos, que esta desgraça caiu sobre vocês, como se vê no dia de
hoje”. Disse então Jeremias a todo o povo, inclusive às mulheres: “Ouçam a
palavra do Senhor, todos vocês, judeus que estão no Egito. Assim diz o Senhor
dos Exércitos, Deus de Israel: ‘Vocês e suas mulheres cumpriram o que prometeram
quando disseram: “Certamente cumpriremos os votos que fizemos de queimar incenso
e derramar ofertas de bebidas à Rainha dos Céus” ’.“Prossigam! Façam o que
prometeram! Cumpram os seus votos!.”(NVI). Muito provavelmente se poderá
identificar esta deusa com a Istar de Babilônia, ou com o planeta Vênus, ou com
a Lua. Hoje se faz referência às Nossas Senhoras, Marias de Fátima,
Conceição…etc, (deusas) dos Católicos.
Sucote-Benote
Cabanas, ou tendas das filhas. Nome de deuses que foram criados pelos homens
da Babilônia
(2 Rs 17.30) “Os da Babilônia fizeram
Sucote-Benote, os de Cuta fizeram Nergal e os de Hamate fizeram
Asima.”(NVI). Parece que se trata de uma corrompida forma da divindade
babilônica, Bel-Merodaque, ou de sua mulher, Zer-Banite.
Tartaque
Deus dos Aveus (Os Aveus eram um povo primitivo de Canaã).
(2 Rs. 17:31) “Os aveus fizeram Nibaz e Tartaque; os sefarvitas
queimavam seus filhos em sacrifício a Adrameleque e Anameleque, deuses de
Sefarvaim”. (NVI).
Zer-Banite
Esposa do deus babilônico Bel-Merodaque. (Ver Sucote-Benote).
Zeus: Um deus da mitologia, é tido como ser supremo, acima de tudo e de todos. Um falso deus.
Zeus (em
grego antigo: Ζεύς;
transl. Zeús;
[2] em
grego moderno: Δίας, transl.
Días), na
religião da
Grécia Antiga, é o "pai dos
deuses e dos
homens" (πατὴρ ἀνδρῶν τε θεῶν τε,
patēr andrōn te theōn te),
[3] que exercia a autoridade sobre os
deuses olímpicos como um pai sobre sua família. É o
deus dos céus e
do trovão, na
mitologia grega. Seu equivalente
romano é
Júpiter, enquanto seu equivalente
etrusco é
Tinia; alguns autores estabeleceram seu equivalente
hindu como sendo
Indra.
Filho de
Crono e
Réia, Zeus é o mais novo de seus irmãos; na maior parte das tradições é casado com
Hera, embora, no
oráculo de
Dodona, sua esposa seja
Dione, com quem, de acordo com a
Ilíada, ele teria gerado
Afrodite.
[4] É conhecido por suas aventuras eróticas, que frequentemente resultavam em descedentes divinos e
heróicos, como
Atena,
Apolo e
Ártemis,
Hermes,
Perséfone (com
Deméter),
Dioniso,
Perseu,
Héracles,
Helena de Tróia,
Minos, e as
Musas (de
Mnemosine); com
Hera, teria tido
Ares,
Hebe e
Hefesto.
[5]
Como ressaltou o acadêmico
alemão em seu livro
Religião Grega, "mesmo os deuses que não são filhos naturais de Zeus dirigem-se a ele como Pai, e todos os deuses se põem de pé diante de sua presença."
[6] Para os gregos, era o
Rei dos Deuses, que supervisionava o
universo. Nas palavras do
geógrafo antigo
Pausânias, "que Zeus é rei nos céus é um dito comum a todos os homens."
[7] Na
Teogonia, de
Hesíodo, Zeus é responsável por delegar a cada um dos deuses suas devidas funções. Nos
Hinos Homéricos ele é referido como o "chefe dos deuses".
Seus símbolos são o
raio, a
águia, o
touro e o
carvalho. Além de sua clara herança
indo-européia, sua clássica descrição como "ajuntador de
nuvens" também deriva certos traços
iconográficos das culturas do
Antigo Oriente Médio, tais como o
cetro. Zeus frequentemente foi representado pelos antigos artistas gregos em duas poses diferentes: numa, em pé, apoiado para a frente, empunhando um raio na altura de sua mão direita, erguida, ou sentado, numa pose majéstica.
Havia muitas estátuas erguidas em sua honra, das quais a mais magnífica era
a sua estátua em
Olímpia, uma das
sete maravilhas do mundo antigo. Originalmente, os
Jogos Olímpicos eram realizados em sua honra.
Teve uma idéia de quem são os deuses falsos? Bom, como disse, todos adoram, servem, e seguem os deuses que quiserem! Mas vale lembrar que existe um livro verdadeiro! Que nos ensina, e nos fala quem é o Verdadeiro Deus: JEOVÁ! E seu filho: JESUS CRISTO, o salvador.
Pois acima, do bem e do mal, reina o Amor e vive o Perdão!